A loja aperta um botão.
A entrega vira problema nosso.
A Rondaê organiza os motoboys que a sua loja já tem. Você chama, o entregador aceita, e o cliente acompanha por um link — sem instalar nada.
Cinco passos, e nenhum deles é uma ligação.
- 01
Criar
O atendente lança o endereço. O preço sai na hora.
- 02
Buscar
A loja chama quem está mais perto e disponível.
- 03
Aceitar
O motoboy aceita. A corrida é dele, e de mais ninguém.
- 04
Retirar
Chegou na loja, pegou o pedido, saiu.
- 05
Entregar
O cliente confirma com um PIN de quatro dígitos.
Três coisas que não podem falhar, e por isso não falham em silêncio.
A loja apertou “chamar motoboy”
A plataforma assumiu o problema.
A partir daí é responsabilidade nossa achar quem vai. O atendente volta a atender o balcão.
O motoboy apertou “aceitar”
Aquela corrida é dele, e de mais ninguém.
Duas pessoas não recebem a mesma entrega. Isso é garantido no banco de dados, não na tela.
O sistema mostrou “entregue”
Existe evidência de que foi entregue.
PIN conferido, hora e posição registradas. Quando o cliente ligar dizendo que não chegou, há resposta.
100%
do valor da corrida vai para o entregador.
A nossa taxa de serviço é uma linha separada, cobrada da loja. Nunca sai do valor do entregador, e nunca aparece embutida.
Isso não é generosidade: é o que faz a promessa ser verificável. O motoboy vê o valor antes de aceitar, e recebe exatamente aquele valor.
Um link. Sem app, sem cadastro, sem senha.
O cliente recebe o endereço e abre. Vê o motoboy andando no mapa e a previsão de chegada. Quem precisa criar conta para saber onde está a pizza é um cliente a menos.
Seu pedido saiu para entrega. Acompanhe em
rondae.com.br/t/x8k2
Para a loja que já tem motoboys e perde tempo coordenando no WhatsApp.
Não somos um marketplace de comida: não temos cardápio, carrinho nem pagamento. Também não colocamos entregadores próprios na rua — a frota continua sendo sua. Resolvemos um problema só, e resolvemos bem.
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